terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O DIA DA BENÇÃO DAS CAPAS - 30 novembro 2011

O dia de bênção de capas representa o final de uma etapa na vida de cada aluno. Esta etapa engloba todos os momentos desde o ensino básico até ao ensino secundário.
Para mim, este evento vai fazer-me refletir sobre tudo o que já passei, as metas que alcancei e o que evoluí como pessoa.
Sempre tive em mente que a sensação de estarmos no final de algo, faz-nos recordar o início, e eu sinto isso exatamente.
Relembro a minha entrada para o ensino básico, ou até mesmo na Escola Jaime Moniz, e penso que muito mudou. Perdi amigos, ganhei amigos. Conheci imensas pessoas, com diferentes maneiras de pensar e diferentes perspetivas de vida. Aprendi que a vida é efémera. Que estamos sujeitos a perder as pessoas que mais amamos num piscar de olhos. E que, por outro lado, existem muitas pessoas que nos desiludem, mentem e, no fundo, são poucas as que conseguem ser leais. Aprendi também que sabendo sofrer, sofremos menos e que temos de aproveitar todos os dias como se fosse o último pois em algum momento, eventualmente, esse dia chegará.
Algumas lições foram mais fáceis de aprender do que outras. A pessoa que mais contribuiu para esta minha aprendizagem foi também responsável pela minha motivação de ser aluna da Jaime Moniz. Chamava-se Martim e era o meu melhor amigo. Ele foi a pessoa mais carismática, determinada e correta que alguma vez conheci. O Martim ambicionava ser médico e adorava viver. Eu e ele passávamos os dias juntos. Ele aconselhava-me, ouvia-me e fez de mim quem sou hoje.
No dia 30 de Novembro de 2009, dia da sua bênção de capas, o Martim faleceu. Nesse dia uma parte de mim morreu com ele. No dia do seu funeral todos prestaram a sua homenagem ao Martim, excepto eu. A minha homenagem será este ano, na minha bênção de capas. Pretendo atingir a meta que infelizmente o Martim não conseguiu.
Tal como já tinha referido, o final faz-nos pensar no início e apesar de o Martim não estar fisicamente comigo nesse dia, estará presente na minha memória e marcado em cada pormenor da pessoa que sou hoje…

Jessica Atouguia e Bianca Marques 12º 11

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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

O sapatinho


Existe uma lenda para explicar este costume de colocar o sapato na chaminé ou sobre o fogão.
Numa noite de Natal, os irmãos Crispim e Crispiniano fugiam aos perseguidores dos cristãos. Bateram a todas as portas, mas ninguém lhes deu abrigo. Foram finalmente acolhidos por uma pobre viúva que vivia com um filho. Contentes, pediram a Deus que recompensasse a generosidade da viúva. Crispim, que era sapateiro, viu a um canto os socos velhos do rapazinho. Fez um par deles novos e colocou-os à beira da lareira, enquanto a viúva e o filho dormiam.
Quando estes acordaram, repararam que os hóspedes tinham desaparecido e, na lareira estava um par de socos novos a transbordar de moedas de oiro.
Textos adaptados da Revista Juvenil
Projeto: Português.com

As velas de Natal


O uso de se acenderem velas na noite de Natal começou com um sapateiro alemão que vivia numa cabana afastada da cidade.
Embora pobre, tinha por hábito colocar durante a noite, na janela da sua cabana, uma vela acesa para guiar os viajantes durante o período nocturno.
Apesar das guerras, doenças e tempos difíceis que atravessou, nunca deixou que essa chama se extinguisse. Isto levou outros a imitá-lo durante as festas do Natal, e o costume espalhou-se por toda a parte.
As velas de Natal simbolizam Cristo, que um dia disse: Eu sou a luz do mundo.
Textos adaptados da Revista Juvenil
Projeto: Português.com

O Pai Natal


A história do Pai Natal é baseada num facto verdadeiro.
No século IV, um bispo chamado Nicolau tinha o costume de distribuir presentes aos pobres, mas não gostava de receber agradecimentos. Mesmo depois da sua morte, espalhou-se o costume das crianças colocarem os sapatos à porta das suas casas, esperando a visita de São Nicolau. Faziam-no na noite de 5 para 6 de Dezembro, que era o dia da festa do santo.
Mais tarde, este costume passou para a noite de Natal, e passou-se a chamar Pai Natal àquele que ia levar as prendas.
Textos adaptados da Revista Juvenil
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A mais famosa canção de Natal


A mais famosa canção de Natal chama-se Noite Feliz, e foi composta nas vésperas de Natal de 1818, numa aldeia dos Alpes.
Noite Feliz nasceu para preencher uma lacuna. Nas missas da meia-noite, as pessoas estavam acostumadas a ouvir a melhor música. Na aldeia austríaca de Oberndorf descobriu-se que o órgão tinha sido estragado pelos ratos e não havia possibilidade de o reparar a tempo.
Surgiu então a ideia de compor uma canção para ser acompanhada a violão. O compositor foi um professor chamado Franz Xavier Gruber; o padre fez os versos.
A canção, cantada pelas crianças, nessa noite, era tão linda, que se espalhou por todo o mundo.
Textos adaptados da Revista Juvenil
Projeto: Português.com

A Árvore de Natal


A tradição da árvore de Natal é de origem germânica e data do tempo de S. Bonifácio. Vem portanto do século VIII. Foi adoptada para substituir os sacrifícios do carvalho sagrado ao deus pagão Odin. O santo impôs o costume de se oferecer uma árvore em homenagem ao Deus-Menino.
Utiliza-se o pinheiro e o abeto. A escolha destas árvores tem uma explicação. Sendo árvores de folha perene, simbolizam a vida eterna que é um dom de Jesus ressuscitado. A cor verde das suas folhas é um sinal de esperança.
Utiliza-se também o azevinho, com as suas folhas agudas e as bagas vermelhas. Esta planta era para os romanos um símbolo de paz e felicidade.
Textos adaptados da Revista Juvenil
Projeto: Português.com

A missa do Galo


Esta designação da missa da meia-noite tem a sua origem em Espanha.
Pouco antes de baterem as doze badaladas da meia noite de 24 de dezembro, cada lavrador da província espanhola de Toledo matava um galo, em memória daquele que cantou três vezes quando Pedro negou Jesus, por ocasião da sua prisão.
A ave era depois levada para a igreja, a fim de ser oferecida aos pobres que, assim, poderiam ver melhorado o almoço no dia de Natal.
Em algumas aldeias, levava-se o galo vivo, para que ele cantasse durante a celebração da missa. Quando cantava, todos ficavam contentes, pois era sinal de um ano novo farto e feliz.
Celebra-se a missa à meia-noite, porque se diz que foi a essa hora em que nasceu Jesus.
Textos adaptados da Revista Juvenil
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O presépio 

O vocábulo presépio é de origem hebraica, significa a manjedoura dos animais. A palavra usava-se para significar também o curral. O Evangelho de S. Lucas diz que Jesus nasceu num curral de animais. Calcula-se que a representação do primeiro presépio data do ano 380. É uma pintura que foi descoberta nas catacumbas, em Roma.
Foi porém Francisco de Assis que, a partir do ano 1223, criou o costume de se fazerem presépios. Ele resolveu fazer um presépio ao vivo, junto do qual se celebrou a missa da meia-noite.
Textos adaptados da Revista Juvenil
Projeto: Português.com

25 de Dezembro


Não é certo que Jesus tenha nascido em 25 de dezembro. É desconhecida a data do seu nascimento. Esta data de 25 de dezembro foi estabelecida por volta do século IV.
Segundo a opinião mais corrente, a escolha desta data obedeceu ao desejo de dar um sentido cristão a uma festa pagã.
No ano 274, o imperador Aureliano oficializou o culto do Sol, mandou construir um templo em sua honra e fixou a sua festa a 25 de dezembro que, segundo a astronomia do tempo, era considerada a data do solstício do inverno. Era neste dia que os dias começavam a aumentar e a ter mais “sol”.
Os cristãos passaram a festejar nessa data o nascimento de Jesus, a Luz do mundo.
Textos adaptados da Revista Juvenil
Projeto: Português.com