quinta-feira, 28 de maio de 2009
DÁ CÁ UMA RAIVA ...
- Estás a dormir?
- Não! Estou a treinar para morrer!
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Quando a gente leva um electrodoméstico para a reparação e o técnico pergunta:
- Está avariado?
- Não!... É que ele estava cansado de estar em casa e eu trouxe-o para passear.
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Quando está a chover e percebem que vais sair à chuva, perguntam:
- Vais sair com esta chuva???
- Não, vou sair com a próxima...
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Quando acabaste de te levantar e vem um idiota (sempre) e pergunta:
- Já acordaste?
- Não. Sou sonâmbulo!
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O teu amigo liga para tua casa e pergunta:
- Onde estás?
- No Pólo Norte! Um furacão trouxe a minha casa para cá!________________________________
Acabas de tomar banho e alguém pergunta:
- Tomaste banho?- Não!... Está a chover no WC!!!!!
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quarta-feira, 27 de maio de 2009
Figura-Fundo/Alternância figura fundo
“ No campo Visual perceptivo existe uma forma que nos aparece determinada. É a figura que se destaca do fundo pelo recorte do seu contorno.
Assim somos conduzidos a identificar e separar a figura do fundo.”
Manual de desenho A 10º Ano - ASA

Margarida Sá Ferreira 10º 21
“… A poesia do invisível, a poesia das infinitas potencialidades imprevisíveis, tal como a poesia do nada, nascem de um poeta que não tem dúvidas quanto ao carácter físico do mundo.
(…)
Para Ovídio também tudo se pode transformar em novas formas; para Ovídio também o conhecimento do mundo é dissolução da compacidade do mundo; para Ovídio também há uma paridade essencial em tudo o que existe, contra todas as hierarquias de poderes e de valores.
Se o mundo de Lucrécio é feito de átomos inalteráveis, o de Ovídio é feito de qualidades, de atributos e de formas que definem a diferença entre todas as coisas, plantas, animais e pessoas; mas estes não passam de simples invólucros de uma substância comum – se for agitada por uma paixão profunda, poder-se-á transformar na coisa mais diferente.”
Calvino, Ítalo; “seis propostas para o próximo milénio, inclui o texto inédito Começar e Acabar”; Editorial Teorema, Lda. 1990
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Das "estrelas invisíveis" aos Buracos Negros
Michell estava a pensar em termos de velocidade de escape. A velocidade de escape da Terra, por exemplo, define-se como sendo a velocidade que devemos dar a um corpo inicialmente sobre a superfície da Terra para que este consiga escapar à atracção gravítica da Terra ficando em repouso no infinito (na prática será deixar o corpo em repouso num ponto longe da atração gravítica da Terra). No caso da Terra a velocidade de escape é de aproximadamente 11 km/s. Podemos aplicar o conceito de velocidade de escape a qualquer outro planeta ou estrela. De uma forma geral podemos dizer que a velocidade de escape será tanto maior quanto maior for a massa do corpo (planeta, estrela,...) e tanto maior quanto menor for o respectivo raio. Embora no caso da Terra o seu valor seja de apenas 11 km/s, numa estrela de neutrões pode atingir os 150 000 km/s, ou seja, metade da velocidade da luz. Jogando com os valores do raio e da massa podemos imaginar (como Michell) uma estrela cuja velocidade de escape seja superior à da luz. Essa estrela, a existir, não seria visível por um observador distante.

Esta foi uma espectacular previsão de uma das propriedades dos buracos negros: aprisionar a luz e ser invisível. Todavia estas estrelas escuras não correspondem exactamente à definição actual de buraco negro. Um corpo capaz de aprisionar a sua própria luz não pode ser descrito recorrendo apenas à teoria da gravitação de Newton. Em 1915 Albert Einstein apresentou uma nova teoria, actualmente designada por Teoria da Relatividade Geral (TRG), aplicável nessas situações.
O avanço do periélio da órbita do planeta Mercúrio (ponto de maior proximidade em relação ao Sol aqui representado pelos pontos P1, P2 e P3) só pode ser correctamente explicado com base na Teoria da Relatividade Geral Os buracos negros são, assim, objectos previstos pela TRG. No entanto, eram objectos de tal forma fora do comum que, na falta de qualquer evidência observacional da sua existência, o seu estudo não foi muito motivador ao longo de muitos anos. Apenas a descoberta de outros objectos exóticos como os quasares (1963) e as estrelas de neutrões (1967) veio reavivar o entusiasmo e o interesse pelo estudo dos buracos negros. Desde então têm sido identificados vários candidatos a buraco negro. Em termos de massa, estes vão desde os buracos negros estelares (1 a 100 massas solares), espalhados pela nossa galáxia, até aos super buracos negros (1 a 1000 milhões de massas solares) presentes nos núcleos de algumas galáxias incluindo a nossa.

Concepção artistíca de um sistema estelar binário composto por uma estrela gigante azul (canto inferior esquerdo) e um buraco negro (no centro do disco embora não seja representável nesta escala). Dada a proximidade dos dois corpos o buraco negro acaba atraindo as camadas mais externas da sua companheira formando-se, em torno deste, um disco de agregação de matéria. A matéria presente no disco vai rodando ao mesmo tempo que vai caindo em direcção ao buraco negro. Da forte fricção entre camadas adjacentes de matéria resulta a emissão de raios-X. A observação desta radiação é um dos processos que revela (ainda que de forma indirecta) a presença do buraco negro (http://apod.nasa.gov/apod/ap951226.html).
No plano teórico conseguiram-se nas últimas décadas grandes desenvolvimentos sobre as propriedades dos buracos negros e sobre a interacção dos mesmos com o meio envolvente. Um dos resultados teóricos mais fascinantes aponta para a emissão de radiação por buracos negros. Esta radiação, designada por radiação de Hawking, inclui ondas electromagnéticas, ondas gravitacionais e, no caso de buracos negros de menor massa, partículas com massa. A emissão de radiação de Hawking leva à evaporação do buraco negro. Na fase final da evaporação são emitidas grandes quantidades de raios gama num curto intervalo de tempo assistindo-se, assim, à explosão do buraco negro.
Nota: Se tem questões sobre astronomia, pode enviar um e-mail com a sua questão para astro@uma.pt (todas as questões serão respondidas).
domingo, 17 de maio de 2009
Clube de Teatro “O Moniz – Carlos Varela” participa no XXX ETE

Entre os dias 22 e 25 de Abril de 2009, a coordenadora e duas alunas do Clube de Teatro “O Moniz-Carlos Varela” participaram, como grupo observador, no XXX ETE (Encontro Nacional de Teatro na Escola). A coordenação do Encontro esteve a cargo do docente Rui Louro Mendes, do Externato D. Dinis, Porto, e da docente Joana Félix, da Escola Secundária Inês de Castro, em Gaia e contou com o apoio da Câmara Municipal do Porto.
Estes Encontros, que se realizam há trinta anos, são uma oportunidade dos grupos de teatro trocarem experiências, conhecerem o trabalho desenvolvido por grupos de todo o país e frequentarem ateliês de formação.
O Clube de Teatro “O Moniz - Carlos Varela, como grupo observador, frequentou o atelier “Liberdade de Expressão”, orientado pelo formador Nuno Meireles (Docente de Jogo e Expressão Dramática no Curso Superior de Teatro da ESAP - Escola Superior Artística do Porto). No dia 24 de Abril, os formandos que frequentaram este ateliê apresentaram alguns jogos e pequenos improvisos desenvolvidos durante a formação, para os restantes grupos participantes.
Os espectáculos de teatro dos vários grupos participantes decorreram no Pequeno Auditório do Teatro Rivoli, um espaço emblemático da cidade do Porto.
Não podemos deixar de referir o carinho e a simpatia com que fomos recebidos pela organização, pelos alunos do Grupo de Teatro GAED e pelos docentes e funcionários das escolas onde frequentamos os ateliês e almoçamos.
Esta foi seguramente uma experiência inesquecível e frutuosa, que não teria sido possível sem a colaboração de todos quantos contribuíram na compra de rifas, bolos, sumos, etc., que os alunos do Clube de Teatro promoveram ao longo do ano lectivo na Escola Secundária Jaime Moniz. Agradecemos assim ao Funchal 500 Anos, a todos os professores, funcionários, alunos e encarregados de educação, que tornaram viável a nossa participação. Bem hajam! Sempre!
Foto Álbum
Fernanda Freitas
Coordenadora do Clube de Teatro
sexta-feira, 15 de maio de 2009
O Mundo que existe à nossa volta...
É o que acontece com as naturezas-mortas de Morandi que, ao longo da sua vida, pintou sempre um pequeno grupo de frascos, taças e garrafas e, no entanto, estabeleceu toda uma obra apenas a partir da repetição da observação do mesmo tipo de modelo.
Existe mesmo um certo fascínio em desenhar repetidamente o mesmo modelo, numa tentativa de descobrir em absoluto tudo o que pode ser visto e de desenhar sempre de novo aquilo que já se conhecia. »
Rodrigues, Ana Leonor M. Madeira, “O que é Desenho” Lisboa, Editorial, 2000.
Desenho A 12ºAno

álbum de fotos - trabalhos das turmas 12º20 e 12º21
Alto Contraste
Nesta unidade de trabalho, que consistiu na exploração do limite e do reconhecimento, foram desenvolvidos os conteúdos sintaxe e sentido através da reprodução de pinturas associados às correntes artísticas recomendadas pelas docentes. (Renascimento, Arte Flamenga e Barroco)Foram realizados vários registos. Após os estudos, os alunos ampliaram a imagem escolhida para um suporte A0.
Nesta fase, os alunos procederam à exploração cromática da imagem ampliada, através do recurso predominante com contrastes de qualidade e de valor claro-escuro, apuraram o nível de reconhecimento das obras no seu todo, explorando, assim, as técnicas do carvão e do pastel.
álbum fotos 10º20
álbum fotos 10º21






