sexta-feira, 5 de junho de 2009

Mentes Brilhantes!!!

Professor:
O que devo fazer para repartir 11 batatas por 7 pessoas?
Aluno:
Puré de batata, senhor professor!·
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O professor ao ensinar os verbos:
- Se és tu a cantar, dizes: "eu canto". Ora bem, se é o teu irmão que
canta, como é que dizes?
- Cala a boca, Alberto.·
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- "Stora", alguém pode ser castigado por uma coisa que não fez?
- Não.
- Fixe. É que eu não fiz os trabalhos de casa.·
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- Joaquim, diga o presente do indicativo do verbo caminhar.
- Eu caminho... tu caminhas... ele caminha...
- Mais depressa!
- Nós corremos, vós correis, eles correm!
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Professor:
Chovia que tempo é?
Aluno:
É tempo muito mau, senhor professor.
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Professor:
Quantos corações temos nós?
Aluno:
Dois, senhor professor.
Professor:
Dois!?
Aluno:
Sim, o meu e o seu!
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Dois alunos chegam tarde à escola e justificam-se:
- 1º Aluno:
Acordei tarde, senhor professor! Sonhei que fui à Polinésia e demorou
muito a viagem.
- 2º Aluno:
E eu fui esperá-lo ao aeroporto!
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Professor:
Pode dizer-me o nome de cinco coisas que contenham leite?
Aluno:
Sim, senhor professor:
Um queijo e quatro vacas.
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Um aluno de Direito a fazer um exame oral:
O que é uma fraude?
Responde o aluno:
É o que o Sr. Professor está a fazer.
O professor muito indignado:
Ora essa, explique-se...
Diz o aluno:
Segundo o Código Penal comete fraude todo aquele que se aproveita da
ignorância do outro para o prejudicar!

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PROFESSORA: Maria, aponta no mapa onde fica a América do Norte.
MARIA: Aqui está.
PROFESSORA: Correcto. Agora turma, quem descobriu a América?
TURMA: A Maria.
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PROFESSORA: João, menciona uma coisa importante que exista hoje e que
não havia há 10 anos atrás.
JOÃO: Eu!
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PROFESSORA: Francisco, porque é que andas sempre tão sujo?
FRANCISCO: Bem, estou muito mais perto do chão do que a Srª. professora.
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PROFESSORA: Agora, Simão, diz-me sinceramente, rezas antes de cada refeição?
SIMÃO: Não professora, não preciso. A minha mãe é uma boa cozinheira.
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PROFESSORA: Artur, a tua composição "O Meu Cão" é exactamente igual à
do teu irmão. Copiaste-a?
SIMÃO: Não. O cão é que é o mesmo.
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PROFESSORA: Bruno, que nome se dá a uma pessoa que continua a falar,
mesmo quando os outros não estão interessados?
BRUNO: Professora

quarta-feira, 3 de junho de 2009

O Sistema de Informação Geográfica no Ensino

Um Sistema de Informação Geográfica (SIG) é um sistema de hardware, software e procedimentos, concebidos para recolher, organizar, manipular, analisar, modelar e apresentar dados georreferenciados, com vista à resolução de problemas complexos de planeamento e gestão. O SIG não é mais do que uma base de dados gráfica com uma base de dados alfanumérica, que permite proceder à manipulação e inquirição dos dados, com operações de pesquisa, análise e visualização (fig. 1).

Fig. 1 – Projecto da rede viária.

Em Portugal as reformas educativas apontam para um ensino cada vez mais experimental e mais centrado na construção do saber pelos alunos, um ensino pela experiência, onde os alunos são responsáveis pela construção dos seus conhecimentos.

As competências ligadas ao “saber fazer” assumem grande importância e por isso, os professores devem adoptar estratégias de ensino diferentes das tradicionais. O papel do professor deverá ser cada vez mais, um papel de orientador, de alguém que ajuda os alunos a escolher e organizar a informação.
Então porque é que o SIG é importante no ensino?
A utilização do SIG apresenta uma série de benefícios no processo de aprendizagem:
 Permite aos jovens completar a educação básica com o conhecimento sistematizado do seu país e do resto do mundo
 Permite aos jovens ter uma cultura geográfica, com capacidade de visualizar factos espacialmente, de os relacionar entre si e ser capaz de interpretar informação gráfica
 Permite aos jovens ter capacidade de perceber o espaço e as relações entre os vários elementos e fenómenos que nele co-existem
 Melhoria no nível de aprendizagem e desenvolvimento de competências por parte dos alunos
 Motivação e estímulo (pela parte informática e pela parte visual)
 Facilidade de enquadramento geográfico de diversos assuntos
 Melhoria das capacidades de análise, síntese e avaliação de problemas
 Promove uma aprendizagem relacionada com a realidade (ter noções reais sobre os problemas e trabalhar com ferramentas iguais às usadas na resolução de problemas do “mundo real”)
 Há uma grande probabilidade de os jovens virem a usá-la nos seus futuros empregos
 Possibilita uma variedade de estilos de ensino
 Promove a interdisciplinaridade

Enumera-se alguns exemplos de aplicações práticas do SIG nas ciências:

GEOGRAFIA – Os planos de ordenamento podem ser usados na sala de aula para exemplificar alguns aspectos respeitantes ao ordenamento do território (parte dos programas de 10º e 11º ano)

CIÊNCIAS NATURAIS – Localização das placas tectónicas, dos vulcões e dos sismos registados no ano de 2008, e permite responder a uma série de questões:
 Quantos sismos ocorreram na Europa no ano de 2008?
 Quais os vulcões activos localizados a uma distância de 1000 Km do local x?
 Qual a magnitude dos sismos ocorridos numa determinada localização em 2008?

GEOGRAFIA E MATEMÁTICA – Trabalhar os climas do mundo, com a localização de várias estações meteorológicas e associá-las aos gráficos termopluviométricos, onde é necessário fazer os cálculos de temperaturas médias anuais, amplitudes térmicas anuais e totais anuais de precipitação. O resultado é um mapa interactivo com a localização das estações meteorológicas e um link para os gráficos termopluviométricos.

ECONOMIA – Caracterizar o comércio externo português desde 1986 e conhecer os principais parceiros comerciais de Portugal, através de dados do Instituto Nacional de Estatística e do Banco de Portugal.

BIOLOGIA E GEOLOGIA – Classificação de algumas espécies típicas do ecossistema do Pico Branco e levantamento da geologia do Pico Branco (Porto Santo).

TIC OU ÁREA PROJECTO – pode-se desenvolver projectos ligados à área de residência dos alunos, por exemplo: picos, ribeiros, património histórico, património natural, percursos pedestres, etc.

Todos os projectos desenvolvidos pelos alunos poderão ser colocados na net através de aplicações de Websig. Pode-se enumerar duas grandes razões para a utilização do Websig como ferramenta de ensino: os estudantes têm uma maior motivação se tiverem a possibilidade de partilharem os resultados dos seus projectos de SIG na Internet/Intranet e o mercado de profissionais de SIG tem uma crescente procura de profissionais de Websig.

Ana Marisa Drumond
Licenciada em geografia pela Universidade de Lisboa e exerce funções no Gabinete de Apoio à Vereadora do Ordenamento do Território da Câmara Municipal do Porto Santo.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Agenda Cultural


DÁ CÁ UMA RAIVA ...

Quando te vêem deitado, de olhos fechados, na tua cama, com a luzapagada e te perguntam:
- Estás a dormir?
- Não! Estou a treinar para morrer!
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Quando a gente leva um electrodoméstico para a reparação e o técnico pergunta:
- Está avariado?
- Não!... É que ele estava cansado de estar em casa e eu trouxe-o para passear.
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Quando está a chover e percebem que vais sair à chuva, perguntam:
- Vais sair com esta chuva???
- Não, vou sair com a próxima...
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Quando acabaste de te levantar e vem um idiota (sempre) e pergunta:
- Já acordaste?
- Não. Sou sonâmbulo!
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O teu amigo liga para tua casa e pergunta:
- Onde estás?
- No Pólo Norte! Um furacão trouxe a minha casa para cá!________________________________
Acabas de tomar banho e alguém pergunta:
- Tomaste banho?- Não!... Está a chover no WC!!!!!
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quarta-feira, 27 de maio de 2009

Figura-Fundo/Alternância figura fundo

FIGURA – FUNDO/ALTERNÂNCIA FIGURA FUNDO

“ No campo Visual perceptivo existe uma forma que nos aparece determinada. É a figura que se destaca do fundo pelo recorte do seu contorno.
Assim somos conduzidos a identificar e separar a figura do fundo.”

Manual de desenho A 10º Ano - ASA


Margarida Sá Ferreira 10º 21




“… A poesia do invisível, a poesia das infinitas potencialidades imprevisíveis, tal como a poesia do nada, nascem de um poeta que não tem dúvidas quanto ao carácter físico do mundo.
(…)
Para Ovídio também tudo se pode transformar em novas formas; para Ovídio também o conhecimento do mundo é dissolução da compacidade do mundo; para Ovídio também há uma paridade essencial em tudo o que existe, contra todas as hierarquias de poderes e de valores.
Se o mundo de Lucrécio é feito de átomos inalteráveis, o de Ovídio é feito de qualidades, de atributos e de formas que definem a diferença entre todas as coisas, plantas, animais e pessoas; mas estes não passam de simples invólucros de uma substância comum – se for agitada por uma paixão profunda, poder-se-á transformar na coisa mais diferente.”

Calvino, Ítalo; “seis propostas para o próximo milénio, inclui o texto inédito Começar e Acabar”; Editorial Teorema, Lda. 1990


álbum de fotos 10º20

álbum de fotos 10º21

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Das "estrelas invisíveis" aos Buracos Negros

Num artigo enviado em 1783 para a Philosophical Transactions da Royal Society de Londres o reverendo e geólogo britânico John Michell argumentou que corpos com um raio 500 vezes superior ao do Sol e com uma densidade igual ou superior à deste não deixariam, em virtude da sua atracção gravitacional, os seus próprios raios de luz escaparem sendo assim invisíveis aos nossos sentidos.

Michell estava a pensar em termos de velocidade de escape. A velocidade de escape da Terra, por exemplo, define-se como sendo a velocidade que devemos dar a um corpo inicialmente sobre a superfície da Terra para que este consiga escapar à atracção gravítica da Terra ficando em repouso no infinito (na prática será deixar o corpo em repouso num ponto longe da atração gravítica da Terra). No caso da Terra a velocidade de escape é de aproximadamente 11 km/s. Podemos aplicar o conceito de velocidade de escape a qualquer outro planeta ou estrela. De uma forma geral podemos dizer que a velocidade de escape será tanto maior quanto maior for a massa do corpo (planeta, estrela,...) e tanto maior quanto menor for o respectivo raio. Embora no caso da Terra o seu valor seja de apenas 11 km/s, numa estrela de neutrões pode atingir os 150 000 km/s, ou seja, metade da velocidade da luz. Jogando com os valores do raio e da massa podemos imaginar (como Michell) uma estrela cuja velocidade de escape seja superior à da luz. Essa estrela, a existir, não seria visível por um observador distante.



A velocidade de escape de um corpo com massa M e raio R (G é a Constante de Gravitação Universal). A expressão é obtida a partir do Princípio da Conservação da Energia mecânica (c) GAUMa 2004.
Esta foi uma espectacular previsão de uma das propriedades dos buracos negros: aprisionar a luz e ser invisível. Todavia estas estrelas escuras não correspondem exactamente à definição actual de buraco negro. Um corpo capaz de aprisionar a sua própria luz não pode ser descrito recorrendo apenas à teoria da gravitação de Newton. Em 1915 Albert Einstein apresentou uma nova teoria, actualmente designada por Teoria da Relatividade Geral (TRG), aplicável nessas situações.


Numa fase inicial a TRG era olhada com muitas reservas por grande parte dos cientistas. No entanto, com o passar dos anos, foram surgindo algumas provas experimentais favoráveis à TRG (todas elas referentes a fenómenos que não podiam ser explicados ou previstos baseando-se apenas na teoria Newtoniana). Um eclipse total do Sol (1919) permitiu confirmar que o Sol desvia os raios de luz provenientes de estrelas distantes e que, além disso, o ângulo de desvio estava de acordo com o previsto pela TRG. O avanço do periélio do planeta Mercúrio é outra prova experimental da TRG. A descoberta de imagens múltiplas de um quasar (1980) veio validar a previsão da existência de lentes gravitacionais avançada por Einstein. O avanço do periélio da órbita do planeta Mercúrio (ponto de maior proximidade em relação ao Sol aqui representado pelos pontos P1, P2 e P3) só pode ser correctamente explicado com base na Teoria da Relatividade Geral


Pouco tempo decorrido após a publicação da TRG, Karl Schwarzschild chegou, baseando-se na mesma, à solução para o campo gravítico em torno de uma massa esférica. Este resultado permitia descrever o campo em torno de estrelas como o Sol ou ainda em torno de estrelas mais compactas como as anãs brancas e estrelas de neutrões em relação às quais os efeitos relativistas (distorção do espaço e do tempo) são mais relevantes. O que não ficou imediatamente evidente é que essa solução comportava também a descrição de um objecto bem mais exótico: o buraco negro.
Os buracos negros são, assim, objectos previstos pela TRG. No entanto, eram objectos de tal forma fora do comum que, na falta de qualquer evidência observacional da sua existência, o seu estudo não foi muito motivador ao longo de muitos anos. Apenas a descoberta de outros objectos exóticos como os quasares (1963) e as estrelas de neutrões (1967) veio reavivar o entusiasmo e o interesse pelo estudo dos buracos negros. Desde então têm sido identificados vários candidatos a buraco negro. Em termos de massa, estes vão desde os buracos negros estelares (1 a 100 massas solares), espalhados pela nossa galáxia, até aos super buracos negros (1 a 1000 milhões de massas solares) presentes nos núcleos de algumas galáxias incluindo a nossa.


Concepção artistíca de um sistema estelar binário composto por uma estrela gigante azul (canto inferior esquerdo) e um buraco negro (no centro do disco embora não seja representável nesta escala). Dada a proximidade dos dois corpos o buraco negro acaba atraindo as camadas mais externas da sua companheira formando-se, em torno deste, um disco de agregação de matéria. A matéria presente no disco vai rodando ao mesmo tempo que vai caindo em direcção ao buraco negro. Da forte fricção entre camadas adjacentes de matéria resulta a emissão de raios-X. A observação desta radiação é um dos processos que revela (ainda que de forma indirecta) a presença do buraco negro (http://apod.nasa.gov/apod/ap951226.html).

Não se conhecem no Universo actual quaisquer mecanismos capazes de produzir buracos negros com massas inferiores à massa do Sol. No entanto, nos primeiros instantes do Universo, quando este era bem mais denso e mais quente, podem ter estado reunidas as condições para que tais buracos negros se tenham formado. Podem, assim, ter-se formado buracos negros com massas a partir de 0.00001 g (chamada massa de Planck). Esses dizem-se buracos negros primordiais. A descoberta da sua existência (ou inexistência) pode dar-nos grandes informaçãoes sobre os instantes iniciais do nosso Universo.

No plano teórico conseguiram-se nas últimas décadas grandes desenvolvimentos sobre as propriedades dos buracos negros e sobre a interacção dos mesmos com o meio envolvente. Um dos resultados teóricos mais fascinantes aponta para a emissão de radiação por buracos negros. Esta radiação, designada por radiação de Hawking, inclui ondas electromagnéticas, ondas gravitacionais e, no caso de buracos negros de menor massa, partículas com massa. A emissão de radiação de Hawking leva à evaporação do buraco negro. Na fase final da evaporação são emitidas grandes quantidades de raios gama num curto intervalo de tempo assistindo-se, assim, à explosão do buraco negro.


Nota: Se tem questões sobre astronomia, pode enviar um e-mail com a sua questão para astro@uma.pt (todas as questões serão respondidas).

Departamento de Matemática e Engenharias
Grupo de Astronomia
Universidade da Madeira

domingo, 17 de maio de 2009

Clube de Teatro “O Moniz – Carlos Varela” participa no XXX ETE



Entre os dias 22 e 25 de Abril de 2009, a coordenadora e duas alunas do Clube de Teatro “O Moniz-Carlos Varela” participaram, como grupo observador, no XXX ETE (Encontro Nacional de Teatro na Escola). A coordenação do Encontro esteve a cargo do docente Rui Louro Mendes, do Externato D. Dinis, Porto, e da docente Joana Félix, da Escola Secundária Inês de Castro, em Gaia e contou com o apoio da Câmara Municipal do Porto.

Estes Encontros, que se realizam há trinta anos, são uma oportunidade dos grupos de teatro trocarem experiências, conhecerem o trabalho desenvolvido por grupos de todo o país e frequentarem ateliês de formação.

O Clube de Teatro “O Moniz - Carlos Varela, como grupo observador, frequentou o atelier “Liberdade de Expressão”, orientado pelo formador Nuno Meireles (Docente de Jogo e Expressão Dramática no Curso Superior de Teatro da ESAP - Escola Superior Artística do Porto). No dia 24 de Abril, os formandos que frequentaram este ateliê apresentaram alguns jogos e pequenos improvisos desenvolvidos durante a formação, para os restantes grupos participantes.
Os espectáculos de teatro dos vários grupos participantes decorreram no Pequeno Auditório do Teatro Rivoli, um espaço emblemático da cidade do Porto.
Não podemos deixar de referir o carinho e a simpatia com que fomos recebidos pela organização, pelos alunos do Grupo de Teatro GAED e pelos docentes e funcionários das escolas onde frequentamos os ateliês e almoçamos.

Esta foi seguramente uma experiência inesquecível e frutuosa, que não teria sido possível sem a colaboração de todos quantos contribuíram na compra de rifas, bolos, sumos, etc., que os alunos do Clube de Teatro promoveram ao longo do ano lectivo na Escola Secundária Jaime Moniz. Agradecemos assim ao Funchal 500 Anos, a todos os professores, funcionários, alunos e encarregados de educação, que tornaram viável a nossa participação. Bem hajam! Sempre!

Foto Álbum


Fernanda Freitas
Coordenadora do Clube de Teatro

sexta-feira, 15 de maio de 2009

O Mundo que existe à nossa volta...

« O Mundo que existe à nossa volta é de tal maneira rico e fascinante, que desenhar a partir da realidade é um assunto de trabalho sem fim, com a qualidade de ser profundamente estimulante da imaginação e da criatividade. Muitos artistas referem a observação da realidade e da vida como estímulo ou como tema daquilo que fazem. O desenho à vista permite que a realidade invada de tal modo o processo de trabalho, que trava a tendência natural para recorrer à memória do que se observou. (…)
É o que acontece com as naturezas-mortas de Morandi que, ao longo da sua vida, pintou sempre um pequeno grupo de frascos, taças e garrafas e, no entanto, estabeleceu toda uma obra apenas a partir da repetição da observação do mesmo tipo de modelo.
Existe mesmo um certo fascínio em desenhar repetidamente o mesmo modelo, numa tentativa de descobrir em absoluto tudo o que pode ser visto e de desenhar sempre de novo aquilo que já se conhecia. »

Rodrigues, Ana Leonor M. Madeira, “O que é Desenho” Lisboa, Editorial, 2000.

Desenho A 12ºAno

« Na linguagem corrente dir-se-á “desenhar à vista”, porque tal implica que o assunto desenhado está perante o nosso olhar, quer se trate de um objecto, de uma pessoa, ou de uma paisagem.»


« A ideia de Baudelaire de que a “arte deve sempre chocar um pouco…»


Rodrigues, Ana Leonor M. Madeira, “O que é Desenho” Lisboa, Editorial, 2000.




álbum de fotos - trabalhos das turmas 12º20 e 12º21