segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Número de alunos aumenta cerca de 20% na Jaime Moniz


A Escola Secundária Jaime Moniz tem este ano 2498 matrículas nos diversos regimes disponibilizados: diurno, CEFs, EFAs e recorrente. São mais 402 matrículas em comparação ao ano anterior, altura em que a escola já contava com a mesma oferta formativa.

Estes números espelham o reconhecimento do enorme esforço que a escola tem desenvolvido a diversos níveis. Hoje, para além de um quadro docente estável, que permite a construção de um projecto a médio/longo prazo, temos também uma oferta formativa diversificada e de qualidade indiscutível.

É notável o aumento registado em número de alunos, ainda mais se atendermos que a Jaime Moniz desenvolve a sua actividade na proximidade geográfica de outras duas Escolas. Esta preferência demonstra que soubemos apostar em diversos pontos fortes que identificamos, e somos, por exemplo, a escola que mais alunos tem feito ingressar na área da saúde nos últimos anos.

Em traços gerais temos 108 turmas pelas quais se distribuem 2110 alunos nos cursos científicos e tecnológicos, 128 alunos em CEFs e 98 alunos em EFAs. O Curso de Ciências e Tecnologias continua a ser o mais procurado, contando 43 turmas com 1073 alunos, 36 destas turmas na área da saúde. O Curso de Línguas e Humanidades apresenta 17 turmas e os 6 Cursos Tecnológicos oferecidos têm em média 2 turmas em cada Ano. Nos CEFs abrimos 10 turmas enquanto nos EFAs temos 4 turmas.

Citando Augusto Cury



Citando Augusto Cury:

"Não podemos esquecer que os professores de todo o mundo estão a adoecer colectivamente.
Os professores são cozinheiros do conhecimento, mas preparam o alimento para uma plateia sem apetite.
Qualquer mãe fica um pouco paranóica quando os seus filhos não se alimentam.
Como exigir saúde dos professores, se os seus alunos têm anorexia intelectual? "

sábado, 23 de outubro de 2010

A hostilização aos professores feita por este e outros governos...



A contínua hostilização aos professores feita por este, e outros governos, vai acabar por levar cada vez mais pais a recorrer ao privado, mais caro e nem sempre tão bem equipado, mas com uma estabilidade garantida ao nível da conflitualidade laboral.

O problema é que esta tendência neo-liberal escamoteada da privatização do bem público, leva a uma abdicação por parte do estado do seu papel moderador entre, precisamente, essa conflitualidade laboral latente, transversal à actividade humana, a desmotivação de uma classe fundamental na construção de princípios e valores, e a formação pura e dura, desafectada de interesses particulares, de gerações articuladas no equilíbrio entre o saber e o ter.

O trabalho dos professores, desde há muito, vem sendo desacreditado pelas sucessivas tutelas, numa incompreensível espiral de má gestão que levará um dia a que os docentes sejam apenas administradores de horários e reprodutores de programas impostos cegamente.

(…)

O que eu gostaria de dizer é que o meu avô, pai do meu pai, era um modesto, mas, segundo rezam as estórias que cruzam gerações, muito bom professor e, sobretudo, um ser humano dotado de rara paciência e bonomia. Leccionava na província, nos anos 30 e 40, tarefa que não deveria ser fácil à altura: Salazar nunca considerou a educação uma prioridade e, muito menos, uma mais-valia, fora dos eixo Estoril-Lisboa, pelo que, para pessoas como o meu avô, dar aulas deveria ser algo entre o místico e o militante.

Pois nessa altura, em que os poucos alunos caminhavam uma, duas horas, descalços, chovesse ou nevasse, para assistir às aulas na vila mais próxima, em que o material escolar era uma lousa e uma pedaço de giz eternamente gasto, o meu avô retirava-se com toda a turma para o monte onde, entre o tojo e rosmaninho, lhes ensinava a posição dos astros, o movimento da terra, a forma variada das folhas, flores e árvores, a sagacidade da raposa ou a rapidez do lagarto. Tudo isto entrecortado por Camões, Eça e Aquilino.

Hoje, chamaríamos a isto ‘aula de campo’. E se as houvesse ainda, não sei a que alínea na avaliação docente corresponderia esta inusitada actividade. O meu avô nunca foi avaliado como deveria. Senão deveria pertencer ao escalão 18 da função pública, o máximo, claro, como aquele senhor Armando Vara que se reformou da CGD e não consta que tivesse tido anos de ‘trabalho de campo’. E o problema é que esta falta de seriedade do estado-novo no reconhecimento daqueles que sustentaram Portugal, é uma história que se repete interminavelmente até que alguém ponha cobro nas urnas a tais abusos de autoridade.

Perante José Sócrates somos todos um número: as polícias as multas que passam, os magistrados os processos que aviam, os professores as notas que dão e os alunos que passam. Os critérios de qualidade foram ultrapassados pelas estatísticas que interessa exibir em missas onde o primeiro-ministro debita e o poviléu absorve.
(…)
Pedro Abrunhosa

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Divulgação do Projecto “Mentes Empreendedoras”


O Dr. Afonso Mendonça Reis deslocou-se à Escola Secundária Jaime Moniz, no dia 11 de Outubro, para divulgar o Projecto “Mentes Empreendedoras”, à semelhança do que fez noutras escolas do continente, que estão também envolvidas.

Para a apresentação do Projecto, foram convidadas, por proposta do dinamizador, duas turmas, uma de 12.º Ano e uma de 11.º ano. As Coordenadoras das Actividades de Enriquecimento Curricular optaram por uma turma de Área de Projecto do Turno da Manhã, o 12.º ano 41 de Línguas e Humanidades e uma de 11.º ano de Sócio Económicas que tinha aulas no turno da tarde.

Depois de uma breve apresentação dos objectivos e finalidades, o responsável propôs que os alunos constituíssem grupos de 4 a 6 e pensassem numa ideia positiva para desenvolverem as seguintes questões:

1 - A quem se dirige o projecto (grupo alvo);
2 – Que problema estou a tentar resolver;
3 – Como resolver? Soluções;
4 – O que é necessário fazer;
5 – Quem pode ajudar.



Os alunos dispuseram de 45 minutos para preparar e posteriormente apresentar, tendo-lhes sido esclarecidas as dúvidas.


Surgiram Projectos muito válidos como: “Reabilitação do Bordado Madeira”; “Agricultura Biológica”; “Promoção do Turismo Aquático na Região”; “Escola para treinar cães destinados a ajudar deficientes”, entre outros.



Esta divulgação decorreu no Auditório 1, das 09h45 às 13h00 para o turno da manhã e das 1500 às 18h15 para o turno da tarde.

As Coordenadoras das Actividades de Enriquecimento Curricular
Maria de Fátima Afonso Marques
Maria Elisabete de Sousa Cró

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Ambiente, incidindo sobre a Aluvião de Fevereiro e os Incêndios do Verão passado.



Por iniciativa do BANCO de TEMPO, teve lugar, nesta Escola, no dia 4 de Outubro, pelas 18 h, uma palestra incluída na rubrica “Nós e os Outros” com o tema Ambiente, incidindo sobre a Aluvião de Fevereiro e os Incêndios do Verão passado.

O orador convidado, Dr. Raimundo Quintal, geógrafo e ambientalista, começou por referir-se aos acontecimentos do passado mês de Fevereiro, assinalando a necessidade de ordenamento do território e relevando o respeito pelas linhas de água que desempenham um papel fundamental no escoamento das águas numa Região montanhosa, sujeita por vezes a chuvas torrenciais.

A propósito dos incêndios de Agosto, salientou que o fogo não se limitou a devastar o precioso coberto vegetal por onde passou. Com as altas temperaturas, fragilizou rochas, partiu-as, colocando em risco muitos trajectos seguidos pelos amantes da Natureza, sendo fácil de prever desmoronamentos.

A assembleia seguiu atentamente as palavras do Dr Raimundo Quintal, registando aspectos relevantes e reconhecendo o trabalho empenhado do Parque Ecológico, dos seus membros e de muitos voluntários.

Cumpriram-se os objectivos do Banco de Tempo: proporcionar encontro, reflexão e debate.

A coordenação do BANCO de TEMPO.

Pedido de dispensa militar

Um jovem escreveu a seguinte carta para o oficial responsável pela dispensa do Serviço Militar.



'Prezado Oficial Militar: Venho por intermédio desta, pedir a minha dispensa do serviço militar.

A razão para isso é bastante complexa e tentarei explicar em detalhes.

Meu pai e eu moramos juntos e possuímos um rádio e uma televisão.

Meu pai é viúvo e eu solteiro.

No andar de baixo, moram uma viúva e sua filha, ambas muito bonitas e sem rádio e nem televisão.

O rádio e a televisão fez com que nossas famílias ficassem mais próximas.

Eu me apaixonei pela viúva e casei com ela. Meu pai se apaixonou pela filha e também se casou com esta.

Neste momento, começou a confusão.

A filha da minha esposa, a qual casou como meu pai, é agora a minha madrasta.

Ao mesmo tempo, porque eu casei com a mãe, a filha dela também é minha filha (enteada).

Além disso, meu pai se tornou o genro da minha esposa, que por sua vez é sua sogra.

A minha esposa ganhou recentemente um filho, que é irmão da minha madrasta.

Portanto, a minha madrasta também é a avó do meu filho, além de ser seu irmão.

A jovem esposa do meu pai é minha mãe (madrasta), e o seu filho ficou sendo o meu irmão.

Meu filho é então o tio do meu neto, porque o meu filho é irmão de minha filha (enteada).

Eu sou, como marido de sua avó, seu avô.

Portanto, sou o avô de meu irmão. Mas como o avô do meu irmão também é o meu avô, conclui-se que eu sou o avô de mim mesmo!!!

Portanto, Senhor Oficial, eu peço dispensa do serviço militar baseado no facto de que a lei não
permite que avô, pai e filho sirvam ao mesmo tempo.

Em caso de dúvida, releia o texto várias vezes, ou tente desenhar um gráfico, para constatar que o meu argumento realmente está inteiramente correcto.

Assinado: Avô, pai e filho.'

Conclusão: O rapaz foi dispensado!

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

INFOLIVE arranca na Jaime Moniz


Foi apresentado na Jaime Moniz, no passado dia 12, o novo projecto desenvolvido em parceria entre a Microsoft Portugal e a SREC, INFOLIVE, um sistema online de partilha e comunicação. De entre os serviços disponibilizados encontram-se o correio electrónico, armazenamento virtual, chat e ferramentas de produtividade Microsoft (word, excel e powerpoint).
A Jaime Moniz encontra-se preparada para receber este serviço, foi o que referiu o seu director, Jorge Moreira. Sendo assim esta a primeira escola da Região a usufruir deste sistema online que tem como a partilha de conteúdos um dos seus pontos fortes.
Outro ponto forte é a agregação de serviços, como explicou Gonçalo Nuno Araújo, director regional do Planeamento e Recursos Educativos, pois os utilizadores do 'Place' vão passar a efectuar o acesso a partir de uma plataforma única. Esta também será uma oportunidade para regularizar licenças para o Office nas escolas da Região.
Adelaide Franco, directora da Microsoft Educação Portugal, chamou a atenção para o facto de este sistema possibilitar uma nova forma de trabalhar. Colaborar e comunicar torna-se mais fácil e agora passa a estar presente no secundário uma ferramenta até então apenas disponível nas Universidades.
O director regional de Educação, Rui Anacleto, sublinhou que esta ferramenta existe para o sucesso dos nossos alunos, razão de existência das nossas escolas, na medida em que agiliza uma série de procedimentos.
Mais informações sobre o INFOLIVE podem ser consultadas em http://infolive.madeira-edu.pt/.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Entrevista a antigos alunos: Maria Ana Serrado



Nome: Maria Ana Serrado
Idade: 22 Anos

Universidade: Faculdade de Ciências Médicas – Universidade Nova de Lisboa

1. Razões que estiveram na origem da escolha deste curso:

Escolhi este curso por três razões, sem qualquer ordem no processo de escolha. A medicina surgiu no meu caminho porque vejo-a como uma profissão gratificante, em termos pessoais e em termos solidários, ajudando quem precisa; tinha nota de entrada que me permitiu entrar no que pretendia e tem boas perspectivas de emprego.

2. Adaptação à vida universitária:

A vida universitária em nada tem a ver com a vida do secundário, é mais auto-dependente, ninguém nos diz quando e como estudar. O estudante universitário tem que aprender a gerir o tempo e, acima de tudo, o esforço porque a matéria é muito mais difícil e quantitativamente interminável.

a) Professores – Pela minha experiência, os professores da universidade são isso mesmo, e não orientadores de vida, como ocorre no Ensino Secundário.

b) Colegas – O período de vida universitário é o melhor em termos de amizade com colegas, digo de amizade, pois tive a sorte de criar grandes amizades com todos os meus colegas. Ao chegar na semana de praxes a timidez reina, mas as amizades começam a formar-se, quer seja apenas ao ajudar uma rapariga que torceu o pé ou a partilhar um táxi para casa, as pessoas com quem se faz isto serão aquelas que um dia nos estarão a explicar a matéria que nos escapou e são quem nos atura quando só queremos chorar e desistir.

d) Espaço – A cidade em que agora vivo, Lisboa, é grande e imensa, cheia de recantos e histórias, cheia de excentricidade e melancolia. Os recantos das pequenas ruas da Baixa e do Bairro Alto, tão diferentes do dia para a noite, as histórias que Belém tem para contar, a excentricidade de todos os dias ver alguém diferente de nós e de quem aprendemos a gostar e a melancolia dos fins-de-semana vazios e sozinhos, longe da família. Eu habituei-me a tudo isto e, na verdade, não podia gostar mais.

e) Episódio marcante?

Um dos episódios mais marcantes que vivi desde que entrei neste curso foi ao diagnosticar uma patologia que não tinha sido reconhecida por um médico porque senti que tinha a intuição médica de que muitos falam e que até antes nunca tinha sentido.

3. Como tem sido o seu desempenho enquanto estudante universitária?

O meu desempenho como estudante universitária tem sido regular, com tempos mais fáceis do que outros, mas sempre com muito proveito ao atingir um objectivo.

4. Quais os seus objectivos a curto e a longo prazo?

A curto prazo, tenciono fazer um semestre de estudo noutro país, através do Programa Erasmus e, a longo prazo, acabar o curso e ser o mais competente possível, em termos profissionais.

5. Que mensagem quer deixar aos jovens alunos da Escola Secundária Jaime Moniz?

Gostaria de deixar essencialmente um conselho.

Nunca esquecer que dependemos acima de tudo de nós.

À medida que crescemos depressa percebemos que o Mundo depende mais de nós do que nós dele, dando-nos cada vez menos uma rede de segurança, deixamos de ter os pais tão perto para nos proteger, deixamos de ter a cumplicidade dos amigos porque a distância e o tempo não a permitem, os professores deixam de ser orientadores para passar a serem meros veículos de informação e a disponibilidade para nos sentirmos bem connosco próprios são mais raras. Nunca esquecerei como começou um teste de biologia no 11º ano: “o importante não é dar o peixe, mas ensinar a pescar”. Posso considerar que foi nessa altura que aprendi a pescar. Ao chegar à faculdade percebi que o prazer de tudo, nomeadamente estudar, não está no peixe, está sim, na pesca, na maior parte das vezes uma pesca solitária.

terça-feira, 13 de abril de 2010

FinePix REAL 3D W1/FinePix Real 3D V1


-A primeira câmara digital a nível mundial na captação de imagens e filmes reais 3D (Vencedora do prémio Stuff da Inovação 2009).
-Modo 3D Avançado – função para especialistas 3D
-
Fotografia 2D – Excelentes funções de imagem 2D
-
Um design atraente e inovador, resistente e fácil de usar
-Principais Características:
- Imagens e filmes 3D reais
- Imagens telefoto e macro 3D com o Modo Avançado 3D
- Fotografias 2D standard, tal com as câmaras digitais convencionais
- Dois disparos com diferentes configurações com o Modo Avançado 2D
- Dispare e visualize as imagens 3D em simultâneo com o sistema de monitor 3D
- Design inovador e tecnologia pioneira






Esta compacta digital filma e grava imagens a três dimensões. A FinePix Real 3D W1 possui um sensor duplo CCD de 10 megapixeis, assim como dois zooms ópticos 3x. Deste modo, as duas lentes da máquina Fuji gravam duas imagens, sendo que cada uma corresponde ao que vê cada olho, para restituir por justaposição uma imagem a três dimensões.

Nota: Já é possível imprimir fotografias em 3D. Mais informações em FinePix Real 3D. Se não deseje imprimir as fotografias em 3D, poderá visualizar as fotos na moldura electrónica FinePix Real 3Dd V1.







Mais informações no site da Fujifilm Portugal sobre a FinePix Real 3D W1 e sobre FinePix Real 3Dd V1

Custo aproximado: 400€ + IVA.

António Freitas
Grupo 520

quarta-feira, 31 de março de 2010

Níveis dos Utilizadores do WordPress



De modo a ajudar alguns colegas, a seguir explico o que cada utilizador do wordpress é capaz de fazer.

1. Administrador
2. Editor
3. Autor
4. Contribuidor

Administrador

Um administrador WordPress tem acesso a todas as áreas do site. Por defeito o WordPress cria o perfil de administrador durante a instalação do blog.


Editor

Um editor WordPress tem o poder de moderar comentários, gerir categorias, gerir links, fazer upload de ficheiros, editar posts de outros utilizadores ou posts que já tenham sido publicados, editar páginas entre outros… Ideal quando queremos alguém que faça a moderação do Blog sem ser administrador.


Autor

Um autor tem as as funções de editar e publicar os artigos, fazer upload de ficheiros e editar o seu perfil.


Contribuidor

Um contribuidor apenas é capaz de escrever e editar os seus próprios artigos que terão de ser aprovados posteriormente.